Quinta-feira, Abril 3, 2025
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InícioPOLÍTICAMesmo com reformas milionárias, prédio da Câmara de Porto Velho parece sucateado

Mesmo com reformas milionárias, prédio da Câmara de Porto Velho parece sucateado

Novos vereadores questionam onde foram gastos os recursos anunciados como reforma do prédio nos últimos quatro anos.

Os dois últimos presidentes da Câmara de Vereadores de Porto Velho, Edwilson Negreiros e Márcio Pacele precisam urgentemente explicar à população onde foram investidos os milhões gastos na reforma do prédio do legislativo municipal nos últimos quatro anos, pois com a posse dos novos vereadores, o que se vê é um prédio deteriorado, sem nenhuma estrutura, com gabinetes com paredes sujas, mofadas, sem ter sequer pia nos banheiros.

O vídeo feito pela vereadora Sofia Andrade (PL) em suas redes sociais mostrando a situação do gabinete que recebeu para exercício das suas atividades, levanta a questão sobre os investimentos feitos pelo legislativo municipal para melhorias no prédio, que pelo que parece, não aconteceram.

O que se vê na Câmara de Vereadores hoje são reformas nos gabinetes, custeada pelos próprios vereadores para poder adequar o ambiente de trabalho. Em geral, todos os 23 gabinetes precisam de algum tipo de reforma.

A maioria dos gabinetes e salas do setor administrativo da Câmara da Porto Velho enfrenta problemas de infiltração, fiação elétrica exposta, goteiras, falta de tomadas, pintura precária. Isso sem falar o forte cheiro de mofo e dos vestígios de ratos e baratas, que infestam o ambiente, o que certamente acarretará na necessidade de um novo contrato de reforma, pois, em várias partes do prédio não há a mínima condição de trabalho.

Não se sabe, no entando, se a depredação do prédio da Câmara, em especial dos gabinetes, foi feita pelos ex-vereadores que não conseguiram reeleição ou se a estrutura, apesar dos milhões investidos, não oferece condições salubres de trabalho. O novo presidente, Gideão Negreiros tem como seu primeiro desafio, adequar a estrutura da Câmara para receber as sessões ordiárias, que começam no início de fevereiro.

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