Suspeito de envolvimento no assassinato do Advogado Sidnei Sotele é preso em Cacoal

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O suspeito já tem diversas passagens pela Polícia, dentre eles, Tráfico, homicídio lesão corporal e ameaça.

A Polícia Civil revelou nesta quarta-feira (8) que o procurador Sidnei Sotele, da Câmara de Vereadores de Cacoal (RO), foi assassinado com 14 disparos de arma de fogo. O crime foi no gramado do jardim da Casa de Leis, durante a tarde de terça-feira (7).

A delegada responsável pelo caso, Erica Demarchi, diz que os tiros contra Sidnei foram disparados por uma pistola calibre .40. Os disparos atingiram várias partes do corpo do procurador, que morreu na hora.

Conforme informou a polícia, a vítima estava na frente da casa legislativa, quando dois suspeitos chegaram em um carro, descera e passaram a atirar várias vezes contra Sidnei. O procurador morreu antes da chegada do Corpo de Bombeiros.

Ainda na tarde de terça-feira, um homem indentificado como, Wilhasmar Ventraneĺi foi  preso suspeito de ter participado do assassinato. Com ele foi apreendido a pistola calibre .40. Além da arma que pode ter sido usada no crime, na casa do suspeito foram apreendidas 12 munições intactas de calibre .40, 77 munições de calibre .380 e 3 munições de calibre .22.

O suspeito já tem diversas passagens pela Polícia, dentre eles, Tráfico, homicídio lesão corporal e ameaça.

O corpo do procurador está sendo velado na Câmara de Cacoal e deve ser enterrado na parte da tarde de quarta-feira (8), no cemitério Santo Antônio.

Durante o ataque na frente da Câmara, o amigo do procurador, Gideão Francisco, foi baleado pelos criminosos. Ele segue internado no Hospital de Urgência e Emergência Regional de Cacoal (Heuro), mas a unidade hospitalar não deu informações sobre o estado de saúde dele.

Investigação

Sidnei foi morto quando estava na frente da Câmara de Cacoal. Após o ataque, o corpo do advogado ficou caído no jardim do gramado da Casa de Leis. O colega dele também foi atingido pelos disparos

O carro usado pelos suspeitos foi encontrado incendiado logo após o crime. Segundo pesquisas realizadas no veículo pela Civil, o automóvel era clonado, pois a numeração da placa batia com um mesmo veículo da cidade de Ji-Paraná (RO).

Os policiais já estão ouvindo testemunhas e já se tem uma linha de investigação, que segue em sigilo.

Fonte: G1/Cacoal / Notícias190